Sessão Descarrego de Sugestões

Oi gente! Eu dei uma olhada nos eventos que eu vou “participar” no Facebook (entre aspas porque eu vou aceitando sem muita reflexão sobre se eu posso ir ou não) e eu achei umas coisas extremamente legais! Eu vou participar de ciclos de debates sobre gênero até uma reunião super filosófica com o motorista de ônibus para perguntar ‘a que ponto chegamos’. Mas enfim… Pro pessoal que gosta de música e acha que São Paulo não tem muita coisa pra fazer em relação a isso: você está errado (e como). Primeiro quero recomendar uma sessão externa com a banda Vivendo do Ócio no centro cultural São Paulo, no dia 9/4. Eles vão apresentar três de seus discos, incluindo o último lançado.

Ingressos: R$20,00 – a venda estará disponível na bilheteria, de terça a sábado, das 13h às 21h30; e domingos, das 13h às 20h30, e no site Ingresso Rápido a partir de 30 dias antes do evento
Sala Adoniran Barbosa (622 lugares)

Fique agora com uma das músicas mais famosa deles: Nostalgia.

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Alem disso, ainda no tema música: tem o show do Los Hermanos! Eles vão se reunir mais uma vez, ineditamente, na Arena Anhembi (Avenida Olavo Fontoura, 1209, Santana, São Paulo/SP). Ingressos a partir de 120 reais (meia entrada) à 240 reais (inteira).  A abertura dos portões será 20h e o show terá início às 23h do dia 24 de outubro.

Escute aqui a música que mais me agrada desta maravilhosa banda barbuda: Deixa Estarloslos

Essa é a ultima prometo (de música): A banda mais bonita da cidade! Eles vão tocar no Museu da Imagem e do Som (MIS SP) dia 17 de abril as 21h. Os ingressos estarão à venda a partir de 1/04, no site da Ingresso Rápido e bilheteria do Museu. O som deles é totalmente único e relaxante… vale a pena conferir! A música mais famosa deles é a Oração mas a minha favorita é a Todos os Caetanos do Mundobanda

Agora entrando no tema Feminismo (não podia faltar!):

O PET Sociologia Jurídica apresenta o Ciclo de Estudos em Gênero e Sexualidade. . O ciclo ocorrerá uma vez por mês, nos dias 12/03, 09/04, 07/05, 11/06 e 02/07, na Sala das e dos Estudantes na Faculdade de Direito Largo São Francisco – USP. Super recomendo pra quem gosta ou quer saber mais sobre o assunto, homens ou mulheres!

Além disso, ainda neste mesmo tema, no centro cultural São Paulo dia 11/4 haverá uma discussão sobre o primeiro capitulo do Volume I do livro O Segundo Sexo de Simone de Beauvoir, uma das maiores autoras que aborda pautas feministas além da figura feminina em sociedade. 10380102_1571835363098329_6114730917249647615_o

Agora falando sobre arte: No Parque Ibirapuera de 29/3 a 4/4, das 10h às 22h haverá a Exposição Sensações do Futuro (arena de eventos: acesso pelo portão 3). A Exposição provoca o usuário a experimentar alguns novidades tecnológicas da construção em 4 pavilhões sensoriais para despertar os seus sentidos. 11081351_1100545543292642_9218290224634472954_n

Mais detalhes no site: http://www.parqueibirapuera.org/ibirapuera-recebe-exposicao-sensacoes-futuro/

E tem mais: Tenho o prazer de apresentar a vocês a 28ª Feira de Artes da Vila Pompéia no Centro Cultural Pompeia dia 17 de Maio. Os visitantes poderão desfrutar de uma programação cultural diversificada apresentada nos palcos e ruas, conhecer e comprar os trabalhos de artesãos, artistas plásticos, fotógrafos, estilistas, designers e muitos outros talentos que estarão presentes neste evento. Todas as atividades serão encerradas às 19h. 11035740_1056978084319125_8963531175190137704_n

Então é isso, foi bastante coisa! Eu recomendo de coração cada uma delas e espero que muitos participem e aproveitem bastante!

Um beijão,

– Carol M.

Resenha do filme Terra Sonâmbula

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O filme Terra Sonâmbula, baseado no livro de mesmo nome, foi uma adaptação, através da visão da diretora portuguesa Teresa Prata, que, em nossa opinião, desconstruiu o universo criado por Mia Couto em seu livro. Terra Sonâmbula conta a história do menino Muidinga (Nick Lauro Teresa) e o velho Tuahir (Aladino Jasse), dois companheiros de viagem, que durante a guerra civil moçambicana, andam sem rumo, apenas procurando fugir dos bandos. Num machimbombo (ônibus) incendiado em que eles se abrigam, eles encontram nos pertences de uma das pessoas mortas que estão ali, vários cadernos que contam a história de um chamado Kindzu (Hélio Fumo). A partir daí, eles começam a ler esses cadernos e começam a “entrar” na história de Kindzu, que passa a ser narrada paralelamente à deles. O filme é uma coprodução portuguesa e moçambicana, foi filmado em Moçambique com atores deste país e foi lançado no ano de 2007.

O filme, tanto por não apresentar importantes passagens do livro quanto por não apresentar determinadas personagens, é ruim em comparação ao livro. Em primeiro lugar, o longa metragem não traz um monte de fatos essenciais, como o de que o objetivo da fuga de Kindzu era achar os naparamas (guerreiros blindados) e se juntar a eles, informação importante por mostrar a tentativa do personagem de encontrar o seu lugar no mundo, sua utilidade e, consequentemente, sua identidade.  Outro fato importante omitido no filme é o de que Surendrá (indiano amigo de Kindzu) abriu, junto com Romão Pinto e Assane (colono e secretário, respectivamente, da região de Matimati) um negócio de transportes. Isso mostrava que, mesmo após a independência de Moçambique, a lógica colonial ainda influenciava a cultura do país, já que a ideia de tirar proveito econômico de alguém permanecia. As pessoas não se viam como um próprio povo, ou seja, como iguais. A propósito, Assane, assim como outros personagens marcantes, nem chegou a aparecer no filme.

Além disso, o filme desconstrói o universo criado por Mia Couto em seu livro. Nesse Couto apresenta uma mistura da realidade com o sonho, há passagens em que o leitor fica em dúvida se o que está acontecendo é a realidade ou não, o próprio narrador-personagem Kindzu diz que pode não distinguir uma dimensão da outra. No filme, no entanto, toda essa questão do imaginário é desconsiderada, e essa visão subjetiva dos fatos é muito pouco abordada. O filme também não dá tanto destaque a analogia feita por Mia Couto, em que a chamada Terra Sonâmbula mostraria o espírito das pessoas, que andariam com incerteza, movidas apenas pela esperança de que a guerra um dia acabasse. O sonambulismo seria o tempo de guerra, e quando essa acabasse, as pessoas acordariam.

Dessa forma, consideramos o livro mais interessante do que o filme. Esse segundo ignora elementos da narrativa que deveriam ter sido abordados no longa já que são importantes para a construção do universo criado por Couto. Portanto, o filme pode até ser uma boa forma de entretenimento, mas para aqueles que já leram o livro e que se impressionaram com a obra, o filme se torna um pouquinho decepcionante.

– Lí, Isa, Carol e Vick

É Tudo Verdade

É Tudo Verdade – Festival Internacional de Documentários é o principal evento dedicado a arte de documentar. Foi criado  em 1996 pelo crítico Amir Labaki. O festival tem exibido anualmente cerca de uma centena de documentários  brasileiros e internacionais, entre curtas e longas inéditos ou  clássicos, simultaneamente em São Paulo e no Rio de Janeiro.

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Diretor Giovanni Donfrancesco e Amir Labaki, fundador do festival.

Nesse ano de 2015, estreia a 20ª edição, contando com destaques como documentários sobre o produtor Carlos Imperial, o artista plástico José Leonilson e o informante Edward Snowden. O evento  vai exibir 109 filmes de 31 países, sendo 16 inéditos, de 9 a 19 de abril. Os ingressos são de graça em todas as sessões.

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uma das sessões do festival em 2014

O festival de grandes dimensões pode ser considerado o “pré-oscar” dos documentários, os quais são selecionados com rigor. Como o nosso projeto consiste na produção de um mini-documentário, assistir aos que serão exibidos no evento é uma etapa fundamental. Eu com certeza estarei lá e de antemão recomendo a todos!

Confira a lista dos longas a serem divulgados no evento, incluindo o último documentário “Last Conversations” do diretor Eduardo Coutinho (diretor também do documentário “Edifício Master” assistido por nós, mobilianos, nas aulas de literatura ano passado).

Para mais informações acesse o site do evento: http://www.etudoverdade.com.br/br/home/

– Carol M.

Dica Cultural-Oficina Teatral

Boa tarde,

.

Para aquelas pessoas que gostam de certa forma de teatro, mas nunca tiveram a oportunidade de ter aulas sobre este ou que simplesmente gostam da área de Artes Cênicas uma boa ideia é participar da oficina grátis Música Para Cortar Os Pulsos. A qual será disponibilizada pelo SESC Vila Madalena, para jovens entre 13 a 29 anos, será feita pelos atores Rafael Gomes, Mayara Constantino, Victor Mendes e Fábio Lucindo, que participaram do processo de montagem desse espetáculo. Essa oficina se baseia na audiência e no debate de uma seleção musical, de modo a fomentar a criação de histórias e de pequenos textos livres pensados para a cena. Nesse processo, serão também utilizados como elemento de inspiração e estudo algumas cenas de filmes, óperas e outros espetáculos musicais, como número de dança contemporânea. Paralelamente, exercícios lúdicos de expressão corporal e verbal serão aplicados aos participantes.

Sua inscrição pode ser feita na Central de Atendimento do SESC, Sala 4, 6º Andar – Torre A.

Para mais informações acesse: http://www.sescsp.org.br/programacao/58169_JUVENTUDES

https://catracalivre.com.br/sp/cursos-e-palestras/gratis/oficina-de-teatro-gratuita-musica-para-cortar-os-pulsos-no-sesc/

-Lí Garcia

Histórias de Bar – Explicações Sobre o Tema


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Os bares, historicamente, sempre foram acreditados de serem lugares para escapar da realidade, o refúgio de pessoas e artistas. Eles tem a sua própria história e englobam a vida de muitos. Por esse e vários motivos optamos por trabalhar em cima deste tema e pesquisar os bares e as pessoas que os frequentam na cidade de São Paulo. No vídeo abaixo há mais algumas explicações feitas por nós, Carol, Isa, Lívia e Vick.

https://www.youtube.com/watch?v=NiyQT9NHiHc&feature=youtu.be

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cena do filme Casablanca, do diretor Michel Curtiz.

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Fundadores do bar argentino “Bárbaro” em 1970.

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Bar “Sloppy Joe’s” em Havana.

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cena do filme “Dá Licença de Contar”, do diretor Pedro Soffer Serrano.

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bar nova iorquino: Pj Clarke

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Whisky Jack Daniel’s

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bar em Nova York em 1920.

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mulheres em bar francês na década de 20.


O que sabemos sobre documentários

Documentar é arquivar o que se presencia da realidade. O documentário, propriamente dito, é um vídeo com uma série de técnicas e complexidades que tem a função de comentar uma questão problema. O documentário costuma ser parcial, o que não é um problema, tudo bem defender um determinado ponto de vista. No entanto, em alguns documentários, quem documenta manipula as situações de forma a criar cenas falsas, por exemplo com entrevistas que contam histórias que não aconteceram, somente para deixar o filme mais cativante. Isso não deveria ser feito, e é possível criar um documentário envolvente sem que tenham que ser contadas mentiras. Para emocionar e tocar o telespectador, maior objetivo do vídeo, quem documenta pode utilizar-se de recursos como entrevistas, tornando possível a arte de apresentar outras artes, lágrimas, risadas, humanos em geral. As técnicas de filmagem e roteiro também são muito importantes para isso, tais como a questão do enquadramento do entrevistado, o roteiro prévio com possibilidade de alteração durante a produção do filme e as pausas durante o vídeo para que o espectador absorva melhor o que foi falado. As informações do documentário podem ser transmitidas através da fala, de imagens, sons, etc.

PS: post editado a partir dos comentários recebidos. Versão antiga:

Documentar é arquivar o que se presencia da realidade.O documentário, propriamente dito, é um vídeo com uma série de técnicas e complexidades que tem a função de comentar uma questão problema. O que é presenciado (e que não deve sofrer manipulação ou interferência de quem documenta), por meio de entrevistas, torna possível a arte de apresentar outras artes, lágrimas, risadas, humanos em geral. O documentário, assim como qualquer registro, pode ser manipulado tornando – se parcial, o que não é necessariamente um problema. O maior objetivo é emocionar e tocar o telespectador. Para atingi-lo as técnicas de filmagem e roteiro são muito importantes, tais como a questão de enquadramento do entrevistado, o roteiro prévio com possibilidade de alteração durante a fala e as pausas durante o vídeo para que o espectador absorva melhor o que foi falado. As informações do documentário podem ser transmitidas através da fala, de imagens, sons etc.)

– Carol, Isa, Vick, Li

Victoria comenta :)

     Boa tarde! Meu nome é Victoria Piscopo, faço 16 anos em 3 dias e estudo na Móbile há 14 destes. Sempre tive uma relação muito próxima com a cidade, conheço muitos lugares, me localizo bem pelas ruas e avenidas, e me fascino com seus contrastes e suas peculiaridades(que aliás, não são poucas). Recordo de que no infantil 5 a Móbile nos levou para um passeio pelos pontos turísticos de SP, e eu gostei tanto que lembro até hoje.

      Confesso que fiquei decepcionada quando fiquei sabendo que o estudo do meio de um dos últimos anos de colégio seria algo que pensamos ser tão comum e estar tão próximo(e que também não poderíamos nem mais tocar violões nem cantar atrapalhando o sono dos outros nas horas de viagem). Mas depois de pensar bastante eu percebi que talvez esse estudo do meio seja até mais valioso que os outros. E principalmente pra mim, que apesar de conhecer bem diversos pontos da cidade, nunca andei de ônibus em SP, não sei pegar transporte público aqui, estranho bastante a vida além do Centro e da Zona Sul…

     Encaro este projeto como uma continuação daquele que começou 10 anos atrás, só que desta vez, apronfundando, tentando entender e realmente conhecer a cidade, para que possamos, eu e ela, mantermos uma relação próxima e distante, de curiosidade infindável. Afinal, não há como compreender totalmente nossa amada São Paulo em toda sua grandeza e diversidade.



Lívia comenta ;D

Fala galera! Prazer, sou Lívia Garcia, e faço parte do grupo do móbile na metrópole atual. Minha relação com a minha querida capital, começou quando nasci, até atualmente(com 15 pra 16 anos), vivi a vida inteira na cidade e cada vez que vou a um lugar diferente dela, me apaixono mais. Comecei realmente a conhece-lá há uns cinco anos a trás, na qual minha irmã mais velha, de certa forma me apresentou outra cidade da qual conhecera a vida inteira. O lugar, onde, mais íamos e ainda vamos é a paulista, um dos meus lugares preferidos, basicamente pelos músicos que ficam na rua, que são um show a parte e de graça, por ter vários cinemas e exposições que ocorrem lá e pelo local ser um símbolo da metrópole, e claro ser o local de manifestações,por exemplo a imagem ao lado. Não só políticas, mas também artísticas.  E, por esses fatores e outros que criei uma independência com transporte, o qual uso rotineiramente. A primeira vez que ouvi do projeto foi em 2012, quando já me avisavam que o estudo de meio do segundo ano iria mudar, admito que não fiquei nem um pouco contente e ansiosa para fazer o projeto, cogitei de até de não ir. Entretanto, o que muito mudou minha opinião foram o que, meus amigos do terceiro atual me contaram acerca do projeto. E os vídeos que eram mostrados na escola, acabei mudando completamente minha opinião e expectativa do assunto, eu espero acho que o projeto vai acabar mudando ainda certos esteriótipos que tenho, mas não percebo e acabar fortalecendo ainda mais a visão da uma cidade boa e expandir essa visão.

Abraços, Lívia.

Carol comenta:

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Boa tarde de sábado a todos! Meu nome é Carol Medina, integrante do presente grupo do projeto Mobile na metrópole. A primeira vez que eu ouvi falar do passeio foi através do meu amigo Daniel, por isso eu fui influenciada pelas suas primeiras impressões. Ele estava animadíssimo, e eu também fiquei. Eu sempre fui o tipo de criança que sai andando sem olhar pra trás.
E por isso conhecer a minha cidade, vive la e observa la me traz uma sensação de independência e liberdade. Dani me explicava de como seria e todas as suas ideias para o projeto.
– certo certo… Mas me conta mais, como é que funciona esse negócio de video?
Ediçao, Filmagem, entrevista… Depois do projeto de literatura do ano passado em que entrevistávamos uma funcionaria da escola, eu me apaixonei pelo gênero documentário e mal podia esperar pra começar a sair por aí abordando pessoas. Depois vieram as explicações sobre o passeio, o blog, e tudo que tem por trás e aí eu pensei “isso vai dar trabalho”. Mas é um trabalho que eu acredito que eu vou gostar do resultado final.

Isa comenta!

11043113_620064231457942_4471302945221793311_oOlá, meu nome é Isadora Vieira, tenho 15 anos e moro na cidade de São Paulo desde que eu nasci. A primeira vez que eu ouvi falar desse projeto foi há dois anos, quando minha prima, que estudava em outra escola porém tinha o mesmo professor de química da Móbile, ficou sabendo por ele que no segundo colegial a Móbile levava os alunos para São Paulo no Estudo do Meio. Confesso que na hora eu fiquei meio desapontada, e não entendi o sentido de pagar para ficar em nossa própria cidade. Depois de um tempo, no entanto, comecei a ver que os alunos do ano acima falavam super bem da viagem e diziam, inclusive, que tinha sido o melhor Estudo do Meio da Móbile. Aí, quando os coordenadores apresentaram o trabalho para a gente esse ano, realmente mudei minha opinião: fiquei bem animada com o projeto. Acho que ele vai ser bem interessante, principalmente porque poderei visitar lugares de São Paulo com os quais tenho muito pouco contato e dar atenção a coisas que antes passariam despercebidas. Estou muito curiosa para conhecer melhor minha cidade e ser capaz de vê-la com outros olhos. Acho que apesar de ser muito trabalhoso, será um projeto que valerá a pena! – Isadora