É Tudo Verdade

É Tudo Verdade – Festival Internacional de Documentários é o principal evento dedicado a arte de documentar. Foi criado  em 1996 pelo crítico Amir Labaki. O festival tem exibido anualmente cerca de uma centena de documentários  brasileiros e internacionais, entre curtas e longas inéditos ou  clássicos, simultaneamente em São Paulo e no Rio de Janeiro.

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Diretor Giovanni Donfrancesco e Amir Labaki, fundador do festival.

Nesse ano de 2015, estreia a 20ª edição, contando com destaques como documentários sobre o produtor Carlos Imperial, o artista plástico José Leonilson e o informante Edward Snowden. O evento  vai exibir 109 filmes de 31 países, sendo 16 inéditos, de 9 a 19 de abril. Os ingressos são de graça em todas as sessões.

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uma das sessões do festival em 2014

O festival de grandes dimensões pode ser considerado o “pré-oscar” dos documentários, os quais são selecionados com rigor. Como o nosso projeto consiste na produção de um mini-documentário, assistir aos que serão exibidos no evento é uma etapa fundamental. Eu com certeza estarei lá e de antemão recomendo a todos!

Confira a lista dos longas a serem divulgados no evento, incluindo o último documentário “Last Conversations” do diretor Eduardo Coutinho (diretor também do documentário “Edifício Master” assistido por nós, mobilianos, nas aulas de literatura ano passado).

Para mais informações acesse o site do evento: http://www.etudoverdade.com.br/br/home/

– Carol M.

O que sabemos sobre documentários

Documentar é arquivar o que se presencia da realidade. O documentário, propriamente dito, é um vídeo com uma série de técnicas e complexidades que tem a função de comentar uma questão problema. O documentário costuma ser parcial, o que não é um problema, tudo bem defender um determinado ponto de vista. No entanto, em alguns documentários, quem documenta manipula as situações de forma a criar cenas falsas, por exemplo com entrevistas que contam histórias que não aconteceram, somente para deixar o filme mais cativante. Isso não deveria ser feito, e é possível criar um documentário envolvente sem que tenham que ser contadas mentiras. Para emocionar e tocar o telespectador, maior objetivo do vídeo, quem documenta pode utilizar-se de recursos como entrevistas, tornando possível a arte de apresentar outras artes, lágrimas, risadas, humanos em geral. As técnicas de filmagem e roteiro também são muito importantes para isso, tais como a questão do enquadramento do entrevistado, o roteiro prévio com possibilidade de alteração durante a produção do filme e as pausas durante o vídeo para que o espectador absorva melhor o que foi falado. As informações do documentário podem ser transmitidas através da fala, de imagens, sons, etc.

PS: post editado a partir dos comentários recebidos. Versão antiga:

Documentar é arquivar o que se presencia da realidade.O documentário, propriamente dito, é um vídeo com uma série de técnicas e complexidades que tem a função de comentar uma questão problema. O que é presenciado (e que não deve sofrer manipulação ou interferência de quem documenta), por meio de entrevistas, torna possível a arte de apresentar outras artes, lágrimas, risadas, humanos em geral. O documentário, assim como qualquer registro, pode ser manipulado tornando – se parcial, o que não é necessariamente um problema. O maior objetivo é emocionar e tocar o telespectador. Para atingi-lo as técnicas de filmagem e roteiro são muito importantes, tais como a questão de enquadramento do entrevistado, o roteiro prévio com possibilidade de alteração durante a fala e as pausas durante o vídeo para que o espectador absorva melhor o que foi falado. As informações do documentário podem ser transmitidas através da fala, de imagens, sons etc.)

– Carol, Isa, Vick, Li