Roteiro Surpresa-Grupo 7 (Lí)

O ultimo dia de viagem de todos os grupos (com exceção do grupo 4) era um roteiro surpresa, o que deixou todos muito curiosos. Bom, o do meu grupo foi uma espécie de caça tesouros ao redor da cidade. A primeira pista tinha o seguinte enunciado: “Nessa rua houve uma famosa batalha entre dois grupos rivais. Houve uma morte. A década era a de 1960. Que batalha foi essa e quais foram os seus motivos? A próxima pista estará no berço do conhecimento ocidental.” Além dessa pista era nos dado uma imagem que fazia parte do local.

Foto da primeira pista

Foto da primeira pista.

Os acontecimentos que nos levaram até o local serão mostrados no vídeo do desafio. Na década de 60, um conflito causado por diferenças políticas ocorreu na rua Maria Antônia (em frente ao Mackenzie). Integrantes da USP, caracterizados por terem uma ideologia mais esquerdista, entraram em um confronto com estudantes da faculdade do Mackenzie (direitistas), sendo que vários desses apoiavam o regime militar. Esse evento ocorreu no dia 3 de outubro de 1968 por conta dos estudantes da USP cobrarem dos mackenzistas a parte desses na União Nacional dos Estudantes. Irritados, os alunos do Mackenzie resolveram jogar um ovo podre que acertou uma aluna da USP que estava no pedágio. Os alunos da USP, em resposta, jogaram pedras e tijolos nos mackenzistas, e assim começou uma batalha entres eles. Com tiros, coquetéis molotov, foguetes e rojões, o confronto foi tão violento que teve uma morte.

A segunda pista tinha o seguinte enunciado: “Nesse local ocorreu uma invasão na década de 1970. Quais foram os motivos dessa invasão, que fez o bispo Dom Paulo Evaristo Arns proferir a seguinte frase: ‘ aqui só se entra prestando exame vestibular, e só se entra para ajudar o povo e não destruir as coisas.’ A próxima pista está na base de um símbolo divino.”

Foto da segunda pista.

Foto da segunda pista.

Descobrimos que no ano de 1977 estudantes se reuniram na PUC (3º Encontro Nacional de Estudantes), que tinha como principal objetivo reorganizar a União Nacional dos Estudantes, que tinha sido proibida, alguns dias antes por autoridades de um governo opressor, que muito provavelmente tinham medo que os estudantes se engajassem e tentassem iniciar uma revolução contra o governo ditatorial. Os policiais descobriram o ocorrido e invadiram a faculdade de uma forma muito violenta, queimando diversos documentos e agredindo alunos e professores.

A terceira pista tinha o seguinte enunciado: “Nesse local jovens se reúnem diariamente das 9h às 21h. O local foi construído pela prefeitura em um terreno que foi utilizado como canteiro de obras do metrô. Esse local mistura arte e esporte. Esse local tem o nome da primeira-dama do ex-governador de São Paulo, Laudo Natel. Para pegar a próxima pista tire uma foto com um usuário do parque e poste em seu blog(faça uma legenda para a foto).

Imagem presente na pista 3.

Imagem presente na pista 3.

Por falta de tempo, resolvemos apenas planejar o que iríamos fazer para pular para a pista 4. Mas o local, a qual a pista se referia era o parque Zilda Natel, que situado na confluência da Rua Cardoso de Almeida e Avenida Dr.Arnaldo,  foi inaugurado em 15/2/2009 e tem o horário de funcionamento das 9h às 21h. Ele é conhecido popularmente como “parque do skate”, por isso é um lugar frequentado por jovens, entre eles skatistas.

A quarta pista tinha o seguinte enunciado: “Nesse local já se pôde ver toda a cidade e é uma referência importante para a cidade de São Paulo. Ele foi concebido por um húngaro que estudou na Itália. Alguns partidos políticos como PPR, PCB e UDN tiveram suas sedes lá. Para receber sua próxima pista faça um vídeo do melhor ângulo desse local constando um pouco sobre ele.”

Foto presente na pista 4.

Foto presente na pista 4.

Descobrimos que era o Edifício Martinelli, um importante prédio para a cidade de São Paulo, Brasil. Situa-se no triângulo formado pela rua São Bento, avenida São João e rua Libero Badaró, no centro da capital paulista. Com 105 metros de altura e 30 pavimentos, foi considerado não só o maior arranha-céu do país, como o mais alto da América Latina, entre 1934 e 1947.

-Lí Garcia

Roteiro Surpresa – Grupo 6 (Isa)

No terceiro dia de viagem, o roteiro seria surpresa. Descobrimos no dia que poderíamos escolher o que fazer, então fizemos uma roda na recepção do hotel e discutimos para onde ir. Acabamos optando por visitar o Centro Cultural de São Paulo, os Arcos do Jânio (na Avenida 23 de Maio) e a Liberdade. Além disso almoçamos no restaurante chinês Rong He, localizado na Liberdade onde comemos um yakisoba muito bom!

Segue aqui o vídeo que mostra a experiência do meu grupo (6) no roteiro surpresa:

(As filmagens foram feitas por Eduardo Palma e a edição por Pedro Talavera)

http://www.youtube.com/watch?v=n3J4j-O3Jtw&feature=youtu.be

– Isadora Vieira

Terceiro Dia

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Placa dentro da Faculdade de Direito do Largo de São Francisco .

O terceiro dia foi marcado pela espontaneidade porque nós literalmente não sabíamos o que íamos fazer. O prof, João selecionou alguns lugares e através de pistas o nosso objetivo era chegar nesses locais e tirar fotos. Em meio a isso, nossa terceira pista foi descobrir quem era o poeta romântico da foto (que era Alvares de Azevedo)  e onde sua escultura estava (que seria a Faculdade de Direito do Largo de São Francisco). Chegando lá eu tive o meu momento marcante. Primeiro o Vini declamou um lindo poema de Alvares de Azevedo que descrevia o seu caráter apaixonado e emocional, isso por si só já me emocionou. Depois entramos dentro da faculdade e nos deparamos com vários cartazes falando sobre reivindicações diversas. O que mais me marcou foi uma placa antiga na parede da faculdade encorajando a “juventude destas arcadas”. Essa oposição de passado e presente e essa ideia de lutas utópicas contra as injustiças me inspirou. Além disso, o momento que fiquei muito emocionada foi a despedida em que o grupo todo se reuniu antes de voltar para a escola  em que eu realmente me senti parte de um coletivo, em que eu realmente compreendi o sentimento de comunidade. Só tenho a agradecer! – Carol Medina

Para o terceiro dia, haveria um roteiro surpresa. No caso do meu grupo, pudemos escolher o que queríamos fazer. Escolhemos ir no Centro Cultural de São Paulo, passar na frente dos Arcos do Jânio e ir na Liberdade. No final do dia teve um mesmo programa para todos os grupos: a peça de teatro Hygiene do Grupo XIX de Teatro, realizada na vila Maria Zélia, no Belém. O que mais me marcou nesse dia foi quando estávamos num ônibus, indo para a vila Maria Zélia, e um homem de meia-idade, sentado no assento atrás do meu, começou a cantar uma de suas composições para a sua esposa, que ficou um pouco envergonhada pelo marido cantar no ônibus. Eu me virei para ouvir a música, e o moço ficou feliz ao ver que eu estava prestando atenção, e começou a conversar comigo, e falando para a sua mulher “viu, a menina gostou!”. Ele começou a cantar para mim um monte das suas composições e me explicou o significado delas. “Essa daqui fiz pensando em minha mãe. ”, “Essa eu fiz para a minha esposa. ” A gente conversou sobre como a música é algo que nos relaxa, nos deixa mais feliz, e ele me incentivou a fazer minhas próprias composições. Foi um momento muito legal, com certeza vou me lembrar com carinho.

– Isadora Vieira

O meu terceiro dia foi o dia do roteiro surpresa, o qual foi uma espécie de caça tesouro ao redor da cidade. O que mais me marcou nesse dia foi o quanto eu não tinha conhecimento de tantos fatos que ocorreram na metrópole, pois me senti incomodada por antes estar cômoda com aquilo. Fiquei especialmente incomodada com os fatos que ocorreram relacionados a juventude, pois afinal são, na maioria das vezes os jovens que fazem revoluções e tendem a ter uma boa visão da realidade que os cerca, ou seja para de certa forma conseguir mudar algo para melhor, ou pelo menos tentar.

-Lí Garcia

O terceiro dia do grupo 4 não foi nenhum roteiro surpresa: foi o dia da bike. Eu já tinha algum costume de andar pela cidade nas ciclofaixas, mas sempre por lugares conhecidos, como proximo a Av. Berrini e a Espraiada. O que me surpreendeu foi que nosso percurso passou longe de ser parecido com esses locais. Inclusive passamos por lugares pelos quais eu nunca tinha passado. Um deles foi pelas margens do bairro da Barra Funda, onde tivemos que passar por uma passarela, e eu acredito que nunca havia passado e provavelmente nunca vou passar novamente por um lugar tão sujo, fedido e decrépito. Era algo horrível tanto para os olhos quanto para o nariz. Tinha que desviar para não pisar em cocô(que com certeza não eram de cachorros), levar a bicicleta e ainda por cima segurar a respiração. Foi tenso. Esquisito saber que existem locais assim na cidade. Certamente foi algo marcante. Eca. -Vic Piscopo

Segundo Dia

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Foto de uma das obras de Marina Abramovic em que a artista e seu ex marido se esbarram nus inúmeras vezes.

O segundo dia foi bem menos corrido que o primeiro. Um dia dedicado a Arte muito bom. Eu sei que eu devo ser sucinta, mas eu não consigo. Tiveram duas coisas que me chamaram a atenção.  Primeiro nós estávamos andando pelas ruas de São Paulo do nosso hotel até à 23 de Maio. Chegando lá, primeiro que a vista é de tirar o folego, segundo que eu fiquei muito emocionada. Como eu só passei por ali de carro a sensação de estar ali, a pé, podendo parar pra respirar é totalmente diferente. Foi um momento marcante porque foi um instante de sossego e paz por mais que eu estivesse no meio de uma avenida movimentadíssima. Fomos também ao SESC Pompéia onde admiramos a exposição da performer Marina Abramovic e eu tive o meu segundo momento. Suas obras são extremamente perturbadoras. Vê-la gastar sua voz por dias sem parar, ou encarar pessoas sem parar para comer ou dormir era desesperador e o primeiro impulso de qualquer um seria desviar o olhar. Para mim tal impulso era impossível, Marina apesar de assustadora é extremamente viciante e intrigante. Ver suas obras me marcou muito, e por serem vídeos, ou áudios que de longa duração que requerem muita atenção, eu senti que passamos muito pouco tempo lá.

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Outra obra de Marina em que são contadas várias histórias impactantes enquanto a artista encara um burro.

– Carol Medina

No segundo dia meu grupo foi para a região do Bom Retiro. Visitamos a ocupação Mauá, a Estação da Luz, o Parque da Luz, a Cia de teatro Faroeste, a São Paulo Companhia de Dança e a Casa do Povo. O que mais me marcou foi a visita à ocupação. Eu não sabia exatamente o que esperar dela, talvez um prédio que, por ter sido ocupado de forma não legalizada, fosse um tanto desordenado e bagunçado. No final, acabei me surpreendendo muito positivamente, foi uma visita muito interessante e nosso grupo foi muito bem recepcionado. O lugar era muito organizado, tinha, por exemplo, portaria e coordenadores, os ocupantes se organizavam para ajudar a manter a limpeza do local e até havia a regra (levada a sério) de que aqueles que se envolvessem com drogas ou em brigas de faca estariam expulsos da ocupação. O local salvou um monte de pessoas, são muitas famílias que vivem lá (só de crianças, há 150). Ivanilda, quem nos recepcionou, nos contou, por exemplo, a história de uma mulher que vivia na rua e era viciada em drogas e que, quando veio morar na ocupação, pôde criar melhor as suas duas filhas e parou com o consumo das drogas.

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Foto da Ocupação Mauá tirada de seu pátio

– Isa Vieira

O meu segundo dia foi o dia da bike, no qual andamos cerca de 21 km de bike pela cidade e tivemos um almoço em um restaurante vegano, que valeu pela experiencia mas não pelo quanto andamos pela cidade. O que achei curioso foi o jeito como uma pessoa que anda de bicicleta consegue ver a cidade, e como os motoristas se relacionam com a ciclofaixa ou ciclovia. Foi bom poder vivenciar tal fato. Mas o que mais me marcou nesse dia foi saber a história do parque do “povo”, o que na sua ideia inicial, foi real, só que depois virou algo bonito para satisfazer uma classe social específica e não para o próprio povo, como algo funcional e de lazer, que só possui essa função nos finais de semana e feriados.

-Lí Garcia

No segundo dia meu grupo foi no Centro Cultural de São Paulo, local que muitos nunca nem haviam ouvido falar. Porém eu já conhecia. Era um dos lugares para onde o meu avô me levava quando eu era pequena. Me lembro de mim pequenininha lendo gibis da Turma da Mônica enquanto ele procurava entre as dezenas de prateleiras um livro sobre as memórias de algum soldado alemão da primeira guerra mundial. Meu avô faleceu no final do ano passado, e foi um choque voltar para uma das minhas principais lembranças de minha infância com ele. Passei pelas prateleiras de literaturas europeias com uma saudade enorme no peito e uma certa felicidade, de depois de tanto tempo poder reencontrar um pouquinho do meu avô nos livros que ele tanto gostava. Não vou me estender mais, meus olhos já estão marejados. Bateu saudades dele. -Vicky Piscopo

Primeiro Dia

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Um dos faróis no bairro Bixiga representando o músico Adorinan Barbosa.

Primeiro dia, o meu grupo de 19 alunos foi o ultimo a sair da escola. Pegamos um ônibus na Santo Amaro. Descemos num ponto em que o meu conhecimento de mundo não mais se aplicava. “Agora se virem pra chegar na nossa primeira parada” disse o prof. João contemplando as nossas caras de espanto. Ok. Usamos o Google Maps, nos perdemos um pouco pelos dotes geográficos do Vinicius mas enfim chegamos na ocupação Cambridge. Em meio a um clima de estranhamento sentamos em cadeiras feitas com pneus. Na ocupação, que eu imaginava algo como pessoas deitadas em colchoes improvisados, eu subi 15 andares, conversei com um meninho, admirei um desenho na parede de Lucas (um morador que sofre com o autismo), falei sobre sapatos de salto alto com uma moradora do 6o andar. Ao longo do dia, passados pelo Centro de Apoio ao Imigrante, pela sede da escola de samba Vai Vai e pelo bairro do Bixiga. Em todo lugar que passamos eu vi diretamente o senso de comunidade que as pessoas compartilhavam. Seja este na divisão de tarefas da ocupação e a luta por um ideal em comum, seja na ajuda de cada um na vinda de pessoas de outros países, seja pela paixão pelo samba e sua relevância socio-cultural, seja na atuação de seu próprio bairro. O meu dia por completo foi marcante pra mim, porque pela primeira vez eu pude perceber que São Paulo não compartilha da minha rotina individualista. São Paulo é composto por pessoas e não prédios.

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Desenho de Lucas no espaço de recreação das crianças na ocupação Cambridge.

– Carol Medina

Hoje tiveram duas experiências que me marcaram muito, e eu sei que pediram apenas uma: a que mais me marcou. Mas acho que devo comentar as duas, pois ambas foram extremamente singulares e me afetaram de formas muito distintas. A primeira foi o olhos-nos-olhos, na oficina do corpo do Zé Maria, onde todos do grupo tiveram que passar olhando no fundo do olho de cada um. Depois disto, nós, como grupo 4 deixamos de ser apenas conhecidos aglutinados num espaço e viramos realmente o que deveríamos ser: um grupo. Conseguíamos nos locomover melhor pelas ruas, nos comunicar sem palavras… Foi lindo! A outra experiência foi muito negativa e acho que até um pouco traumatizante: eu fui atacada por uma moradora de rua. Estavamos andando para a estação de metrô ao lado do parque da juventude quando uma mendiga começou a me xingar e tentou apagar um cigarro em mim. Foi aterrorizante e totalmente inesperado. Reforçou ainda mais o meu medo de moradores de rua sob efeito de drogas e provavelmente quando meu me lembrar do meu último estudo do meio na móbile, vai ser uma das primeiras coisas na qual eu vou pensar, mas acontece, fica a experiência.

– Vic Piscopo

No primeiro dia da viagem, fiz o roteiro do consumo. De forma resumida, fomos a locais como 25 de Março, Santa Efigênia, Augusta e Oscar Freire, e no fim do dia também visitamos uma Mesquita, no Brás. Para ir de uma região à outra usamos muito o metrô, e posso dizer que foi o que mais marcou o meu dia. Primeiramente, acho que foi uma experiência essencial, já que raramente uso esse meio de transporte e foi importante aprender a me virar para chegar nos lugares e até mesmo me colocar no lugar das pessoas que utilizam o metrô todos os dias nos horários de pico.

Também tiveram dois momentos no metrô que me marcaram. O primeiro foi quando estava na esteira rolante da estação e uma mulher passou muito apressada pelo meu lado esquerdo, mas mesmo assim parou para me dizer que meus cadarços estavam desamarrados. Eu sei que parece uma coisa muito boba, mas isso me surpreendeu positivamente porque eu nunca reparo nos cadarços dos desconhecidos à minha volta e, sinceramente falando, se reparasse, provavelmente não os avisaria. Quem sabe depois disso eu passe a fazê-lo. Além disso, quando estávamos dentro de um metrô lotado (estávamos indo para a região do Brás), entrou no transporte uma mulher com sua filha de uns seis anos em uma cadeira de rodas e a gente teve que se espremer ainda mais para dar espaço a elas. Dava para ver que a mãe estava meio preocupada com a filha apertada naquele metrô, e foi muito bonitinho o momento em que a menina, que em parte do tempo estava com as mãos no ouvido por causa do barulho, pegou a mão do meu amigo e a segurou. 

– Isa Vieira

O que uma viagem ou descobrimento pode fazer com uma pessoa? Eu achava que conhecia minha cidade porque ia na casa de alguns amigos que viviam em diversas partes da cidade e frequentava alguns lugares específicos para lazer. Mas esse uso era especificamente como espaço de passagem pela metrópole. Tentar perceber o resto e a própria cidade, isso sim foi o que me marcou de forma geral. No primeiro dia segui pelo roteiro do grafite, artes, o que já me animou, não esperava que o dia fosse tão bom. Mas o que tornou-o especial ocorreu quando fomos para o SESC Pompéia para almoçar e ver a exposição de Marina Abromovic. No próprio SESC havia um galpão, no qual entramos, e nele estava tendo um projeto no qual as pessoas poderiam fazer o que quisessem em uns painéis. No final, acabou que todos do grupo acabaram com a cara pintada e com um sentimento de grupo.

-Lí Garcia